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Caminhada Fraterna número 200 !!!
A Caminhada Fraterna ou simplesmente Caminhada, que é o trabalho de Assistência Social da Comunhão Espírita Cristã Franciso Cândido Xavier, teve início no ano de 1993 e no dia 25 de julho de 2010 realizamos a 200a Caminhada !
Nestes 16 anos de Assistência Social que auxilou a muitas pessoas de várias nacionalidades, principalmente os homeless japoneses da região de Tóquio, sempre contou com o auxílio de muitos Voluntários de várias nacionalidades também.
MUITO OBRIGADO a todos vocês que sempre nos auxiliam de várias formas, pois este trabalho é o que é hoje pelo empenho e união de todos ! Os Bons Espíritos podem trabalhar auxiliando através de mãos que sempre estão dispostas a auxiliar aqui no plano terreno.
A Assistência Social dá a oportunidade a todos, que participam dela, aprender o que é o Amor colocado em prática, a Caridade ! Talvez seja a nossa principal lição que viemos aprender aqui na Terra.
Claro que a oportunidade de aprender sobe a Caridade não se resume somente em trabalhos assistenciais, mas essa é uma das principais formas que podemos sentir o quanto é bom auxiliar e também com é importante a sua pratica.
E com o tempo, aprendemos não somente a praticar a Caridade Material, mas também a praticar a Caridade Moral em nossa casa, no ambiente de trabalho, enfim no nosso convívio social. ("O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Allan Kardec, Capítulo XIII- Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita - itens 9 e 10 - Mensagens recebidas pelos espíritos: Irmã Rosália [Paris, 1860] e Um Espírito Protetor [Lião, 1860] -A caridade material e a caridade moral)
Rogamos a Deus que este trabalho continue sempre exisitindo !
Deus abençoe a todos nós!
Comunhão Espírita Cristã Francisco Cândido Xavier
Última atualização (Seg, 02 de Agosto de 2010 20:31)







"O Centro Espírita Luiz Gonzaga" ia seguindo para a frente... Certa feita, alguns populares chegaram à reunião pedindo socorro para um cego acidenΩtado. O pobre mendigo, mal guiado por um companheiro ébrio, caíra sob o viaduto da Central do Brasil, na saída de Pedro Leopoldo para Matozinhos, precipitando-se ao solo, de uma altura de quatro metros. O guia desaparecera e o cego vertia sangue pela boca. 
Em torno da mediunidade, improvisam-se, ao redor do Chico, acesas discussões. 

